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ALL MAX
← Tire o trabalho repetitivo da sua equipe 06 · Frotas de agentes governados

Um agente faz uma tarefa.
Uma frota assume a operação.

Agentes que vigiam, preparam, conferem e registram. Com classe de risco por ação, catraca em código antes de cada execução, modo sombra no início, cota de gasto, sinal de vida e botão de interrupção testado.

O problema

Automação que ninguém confia é automação que não economiza nada — alguém confere tudo de novo por garantia. E automação em que se confia demais é pior: executa errado em silêncio, e o erro só aparece no fechamento do mês.

Quando faz sentido

Faz sentido quando

  • A rotina é repetitiva, mensurável e tem regra escrita ou escrevível
  • O volume justifica: centenas ou milhares de itens por mês
  • Existe consequência real em errar, e por isso a governança importa
  • O time já tenta automatizar e recua por falta de confiança

Não faz sentido quando

  • A regra muda toda semana e ninguém consegue escrevê-la
  • O volume é baixo e a exceção é a norma
  • A expectativa é substituir o time, não devolver horas
O escopo

Cada frota pode incluir, conforme o contrato:

  • Classes de risco A, B e C por tipo de ação
  • Catraca determinística: regra em código antes de cada execução
  • Modo sombra com relatório de divergência
  • Cota de gasto por agente e por período
  • Sinal de vida: agente que para de responder não executa
  • Botão de interrupção, testado em exercício
  • Trilha de auditoria reprocessável
  • Painel de taxa de escalonamento e custo por execução
Como acontece
01

Classificação

Cada ação recebe classe de risco. É o que define o que a catraca libera sozinha.

02

Catraca em código

A regra é código versionado e testado, não instrução em prompt.

03

Modo sombra

Semanas propondo sem executar, com divergência medida item a item.

04

Liberação gradual

Classe C primeiro, depois B. A classe A pode nunca ser liberada — e tudo bem.

05

Operação medida

Escalonamento, custo e deriva no painel, com revisão periódica da regra.

Comparação
RPAAgente sem governançaALL MAX
Sobrevive a mudança de telaNãoParcialUsa API, não tela
Regra auditávelNo scriptNo promptEm código versionado
Para quando duvidaNãoRaroParar é resultado válido
Teto de gastoNão se aplicaNãoPor agente e período
Prova o que decidiuLog parcialNãoTrilha reprocessável
Segurança

Agente que executa é superfície de ataque. O desenho assume isso:

  • Menor privilégio por agente: acesso só ao que a função exige
  • Nenhuma ação de classe A sem aprovação humana registrada
  • Cota de gasto que interrompe antes do prejuízo
  • Botão vermelho testado — botão não testado não é botão
  • Trilha imutável de quem pediu, o que a regra decidiu e com que fonte
Ordem de grandeza

Projeção modelada · não é medição

Conferência documental de 8 a 20 mil itens por mês, a 4 a 7 minutos cada, com cobertura de frota de 85%.

453 – 1.983 hdevolvidas ao time por mês
15%de escalonamento para humano
2 – 4 semde modo sombra antes de executar

Números projetados a partir do perfil descrito acima, para dar ordem de grandeza. Não são resultado medido em cliente. O diagnóstico substitui esta projeção pelos seus números.

Perguntas frequentes
Isso substitui pessoas?

Não é assim que apresentamos e não é assim que medimos. O indicador é hora devolvida ao time, não posto eliminado. Quem opera a exceção continua sendo o time — e a exceção é onde a pessoa agrega.

O que acontece quando o agente erra?

Depende da classe. Em C, corrige e registra. Em B, escala para humano com o contexto. Em A, não executou — precisava de aprovação antes.

Como sei que posso confiar?

Pelo relatório de modo sombra. Semanas de proposta em paralelo ao humano, com divergência medida item a item. A liberação só acontece quando o número convence você, não quando convence a gente.

Na dúvida, parar é resultado válido.

Comece em modo sombra: a frota observa e propõe, sem executar, pelo tempo que você precisar para confiar no número.

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