Sou CTO da ALL MAX. A operação começou há 25 anos como América Link — sites, sistemas, aplicativos, microsserviços, VPS e servidor dedicado, depois segurança da informação. Vieram a DPO MAX e, por fim, a ALL MAX, que consolidou a jornada. São mais de 360 projetos entregues em 20 anos, e o que ficou disso cabe em quatro verbos: construir, conectar, operar e governar. Hoje são 12 projetos ativos rodando workloops governados — saúde, telecom, jurídico, logística e governo. Os nomes ficam de fora: contrato. A ALL MAX opera o que vende, e é isso que a gente mostra no diagnóstico.
Em agosto de 2026 a gente montou parque próprio de IA: quatro NVIDIA DGX Spark e um Mac Studio M5 Ultra, dois pools de 512 GB. As quatro estão entregues — duas já em produção com cliente, uma em uso interno e uma reservada para a nuvem soberana. Não foi vitrine. Foi a regra de dado que não pode sair do país virando infraestrutura.
Isso muda o que dá pra prometer. Quando o contrato exige que a inferência aconteça em território nacional, sob jurisdição brasileira, a gente não pede exceção — já opera assim.
Processar dado sensível dentro de casa era caro demais, e por isso todo mundo aceitou mandar pra fora. Hoje é o que sai mais barato — e isso muda quem pode competir por contrato regulado.