Quem audita a IA
que já está rodando?
Não construímos e não operamos o que auditamos. Examinamos o que existe — feito por outro fornecedor ou pelo seu time — e emitimos laudo: qual modelo está em produção, com que base legal, para onde o dado vai, o que acontece quando erra, e se a empresa consegue provar qualquer uma dessas respostas.
O fornecedor entregou a IA e declarou que está tudo conforme. Quem verifica? Ele não pode auditar o próprio trabalho, o time interno não tem o repertório, e a auditoria tradicional não sabe o que perguntar sobre modelo, prompt e base vetorial. O resultado é que ninguém sabe o que está rodando.
Faz sentido quando
- Existe IA em produção que a empresa não construiu
- Um auditor, cliente ou edital pediu evidência e não há resposta pronta
- A liderança precisa de segunda opinião antes de expandir o uso
- Houve incidente e é preciso entender o que a IA decidiu e por quê
Não faz sentido quando
- O que se busca é laudo favorável, não diagnóstico
- Não há acesso ao sistema, ao código nem aos registros
- A ALL MAX construiu o sistema — nesse caso não podemos auditar
O laudo pode incluir, conforme o contrato:
- Inventário de modelos, agentes e ferramentas em produção
- Base legal por fluxo de dado, com lacunas apontadas
- Subprocessadores identificados e nomeados
- Onde a inferência acontece de fato, não onde se declara
- Rastreabilidade existente e o que não é reproduzível
- Comportamento em falha e existência de rota de reversão
- Custo por execução real comparado ao declarado
- Aderência ao quadro da ISO/IEC 42001, item a item
- Plano de remediação priorizado por risco e esforço
Escopo e acesso
O que entra no laudo e que acesso é necessário. Sem acesso, não há auditoria.
Inventário
O que está rodando de fato — que costuma divergir do que está documentado.
Prova
Pedimos ao sistema que reproduza decisões passadas. É o teste que mais reprova.
Laudo
Achados por risco, com evidência anexa e sem proposta comercial junto.
Remediação
Priorizada. Executada por quem o cliente escolher — nós ou terceiro.
| Fornecedor se autoavalia | Auditoria tradicional | ALL MAX | |
|---|---|---|---|
| Independente | Não | Sim | Sim |
| Entende modelo e prompt | Sim | Raro | Sim |
| Testa reprodutibilidade | Não | Não | Sim |
| Mede custo real | Declara | Não | Mede |
| Vende a remediação junto | Sim | Não | Não, por barreira declarada |
Auditar exige acesso, e acesso exige regra:
- Acesso de leitura, com escopo definido e prazo de expiração
- Nenhum dado do cliente copiado para fora do ambiente dele
- Achado sensível comunicado antes da publicação do laudo
- Laudo entregue ao contratante, não ao fornecedor auditado
- Sigilo mantido inclusive depois do fim do contrato
Projeção modelada · não é medição
Sistema de IA em produção há mais de seis meses, construído por terceiro, sem inventário de modelo nem conjunto de avaliação.
Números projetados a partir do perfil descrito acima, para dar ordem de grandeza. Não são resultado medido em cliente. O diagnóstico substitui esta projeção pelos seus números.
Vocês auditam para depois vender a reconstrução?
Não. O laudo é entregue sem proposta comercial anexa, e a decisão de contratar a remediação com a ALL MAX ou com terceiro é do cliente — o laudo serve igualmente aos dois. Auditar o que se pretende vender é conflito, e declaramos a barreira por escrito.
E se a IA auditada for boa?
O laudo diz isso. Auditoria que sempre encontra problema grave não é auditoria, é peça de venda. O valor está em saber, não em condenar.
Vocês auditam sistema que vocês construíram?
Não. Independência é o produto. Para sistema nosso, o que existe é revisão interna e o seu direito de contratar um terceiro para auditar — inclusive contra nós.
Saber o que está rodando
vale mais que supor.
O laudo é entregue sem proposta comercial junto. O que você faz com ele é decisão sua.
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