Sua IA roda no Brasil.
E dá para provar.
Servidor em território nacional não basta: se o operador está sob jurisdição estrangeira, existe caminho legal até o seu dado sem que você seja avisado. E quando um agente chama uma API de IA, ele não guarda o dado — processa. Inferência é dado em uso.
A empresa adotou IA em dezoito meses e ninguém mapeou por onde o dado passa. O contrato diz que o servidor fica no Brasil, mas o modelo é chamado por API de um provedor sob jurisdição estrangeira. Quando o auditor perguntar onde a inferência acontece, não haverá resposta.
Faz sentido quando
- O dado é regulado: saúde, cidadão, financeiro ou segredo industrial
- Existe ou virá exigência contratual de processamento sob jurisdição nacional
- O volume de token já faz a conta de máquina própria fechar
- É preciso provar onde a inferência acontece, não só onde o arquivo repousa
Não faz sentido quando
- A carga exige disponibilidade extrema e escala elástica — aí hiperescala é a resposta honesta
- O volume é baixo e a API resolve mais barato
- Não há classificação de dado, e sem ela não há o que rotear
Quatro modalidades, combináveis:
- Colocation: equipamento do cliente, no nosso rack, operado por nós
- Nuvem de IA privada: capacidade dedicada, GPU não compartilhada
- Edge no cliente: nosso equipamento na sede do cliente, operado remotamente
- Brokerage governado: a decisão de onde cada carga roda, registrada
- Classes A, B e C de dado, homologadas pelo cliente
- Cluster CUDA de 4 nós para o que paraleliza
- Pool único de 512 GB para o que não pode ser fatiado
- Trilha de roteamento: qual classe, qual máquina, qual base legal
Classificação
Cada fluxo de dado recebe classe A, B ou C. O cliente homologa a política.
Conta de virada
Onde o volume faz máquina própria pagar. Se não fizer, dizemos isso.
Modalidade
Colocation, privada, edge ou combinação, conforme a exigência de auditoria.
Migração em sombra
A carga roda nos dois lados até o número bater.
Operação com rastro
Cada execução registra classe, máquina e base legal.
| API de hiperescala | Datacenter no Brasil, operador estrangeiro | ALL MAX | |
|---|---|---|---|
| Onde o dado repousa | Exterior | Brasil | Brasil |
| Onde a inferência acontece | Exterior | Depende | Brasil |
| Jurisdição do operador | Estrangeira | Estrangeira | Brasileira |
| Alcançável por lei estrangeira | Sim | Sim | Não |
| Decisão de roteamento auditável | Não existe | Não | Registrada |
O que se promete é jurisdição, nomeação e rastro — nunca ausência de risco:
- Equipamento próprio, em território nacional, operador brasileiro
- Classe A processada só na máquina local, sem rota de saída configurada
- Classe B só com base legal registrada e subprocessador nomeado
- Isolamento físico: GPU dedicada, não compartilhada entre clientes
- Trilha de roteamento reprocessável, em log append-only
Projeção modelada · não é medição
Parque próprio da ALL MAX: 4 nós NVIDIA DGX Spark em cluster e 1 Mac Studio M5 Ultra.
Números projetados a partir do perfil descrito acima, para dar ordem de grandeza. Não são resultado medido em cliente. O diagnóstico substitui esta projeção pelos seus números.
Vocês são um datacenter?
Não, e não é isso que oferecemos. Para carga que exige disponibilidade extrema e escala elástica, a resposta honesta continua sendo hiperescala. O que entregamos é jurisdição e governança da decisão, nas cargas em que isso é o requisito.
Quem responde pela LGPD nessa operação?
O cliente é o controlador e homologa a política de classes; a ALL MAX opera essa política como operadora. O desenho contratual é o que sustenta essa divisão, e ele é fechado antes da implantação.
É mais barato que API?
Depende do volume, e a conta é feita com o seu número antes da proposta. Se a API for mais barata para o seu caso, a recomendação é continuar na API.
Residência não é soberania.
E inferência é processamento.
O diagnóstico mapeia por onde o seu dado passa hoje, classe por classe, e onde a inferência de fato acontece. Costuma ser a primeira vez que alguém pergunta.
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